Moro amigo de gangsters

Sérgio Moro fala mal de outro país e atinge Brasil

Nesta manhã, 15/08/17, o juiz Sérgio Moro, da operação lava jato, deu entrevista à Radio Jovem Pan e, como sempre, sem conhecer o Brasil, ateiou fogo num julgamento moralista e sem critério.

Moro comparou o Brasil  à Geórgia de  há dez anos  que, de acordo com o juízo dele, era governada por gângsters. Além de ultrapassar sua missão de juiz, fez avaliação política de caráter internacional envolvendo outros países.

“Em 2006, a Geórgia, ex-integrante da União Soviética, era um país governado por gangsters… Ocupava a 79a posição no ranking da Transparência Internacional. Agora está na posição 44. O Brasil, coincidentemente, está na mesma posição da Geórgia de dez anos atrás. Quem sabe daqui a dez anos mostremos o mesmo avanço da Geórgia”, falou irresponsavelmente, afrontando a já debilitada imagem de nosso País.

Mostrando gigantesca ignorância do conceito de política, construído desde Aristóteles antes de Cristo, o juiz federal de primeira instância de Curitiba lascou: “Eu já falei mais de uma vez: eu acho que as profissões políticas são das mais belas. Nós temos eventualmente imagens pejorativas por causa de escândalos de corrupção, mas temos bons políticos, é uma minoria que adere a práticas criminosas”.

É importante reiterar que Sérgio Moro faz “justiça” parcial protegendo os seus amigos partidários e que sua atuação ajudou o judiciário a dar golpe, proteger e a manter o golpe de Estado no Brasil, derrubando uma Presidenta eleita e honesta colocando no poder uma gangue de corrutos que acumulam golpe sobre golpe.

Para entender o papel nefasto desse juiz recomenda-se o artigo do professor Roberto Bueno aqui. e sobre o julgamento popular da lava jato com denúncias da imparcialidade e compromissos políticos espúrios desse juiz, do ministério público e de setores da polícia federal: O lado autoritário e sujo da lava jato 

Compartilhar:



Responder

Seu email não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *.
Os comentários expressam a opinião de seus autores e por ela são responsáveis e não a do Cartas Proféticas.