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Testemunho insento e emocionante de um encontro com o Papa Francisco

Da esq. para a dir., Marinete Silva (mãe de Marielle Franco); Carol Proner, advogada e jurista; papa Francisco; Paulo Sérgio Pinheiro e Cibele Kuss, pastora luterana representante da Conic - Arquivo pessoal - 3.ago.18. 

Já postamos aqui o depoimento da pastora da Igreja Evangélica de Confissão Luterana no Brasil  – IECLB – Cibele Kuss, também representante do elitizado e apático CONIC – Conselho Nacional de Igrejas Cristãs, que tem tucanos entre seus dirigentes.

Agora compartilhamos o testemunho do   Ex-ministro da Secretaria de Direitos Humanos (2001 – 2002, no governo de FHC) e ex-coordenador da Comissão Nacional da Verdade (2013), Paulo Sérgio Pinheiro, conforme seu arttigo publicado pela Folha de São Paulo.

Paulo descreve num texto vivo o econtro com o Papa profeta e pastor do povo.

Fala desde a entrada à casa Santa Marta, residência escolhida por Francisco, que a escolheu por recusar-se a morar no vetusto apartamento destinado aos papas, por preservação de sua  vida e evitar ser assassinado sozinho como aconteceu com o Papa João Paulo I até ao modo simples e sem cerimoniais burgueses como o Papa os tratou!

O encontro se desenvolveu com relatos e reflexões compartilhadas pela delegação brasileira, que relatou a situação cruel e crescentemente  desumana que vivemos no Brasil, resultante da decadência capitalista,  imposta pelo imperialismo, escolhido como caminho pela elite egoísta brasileira.

Pinheiro descreve no seu artigo a circunstância dos direitos humanos no país governado pela quadrilha que assaltou o poder, cada vez mais catastrófica e penosa para os pobres. O caso do assassinato de Marielli Franco, cujos autores são protegidos pelo governo do Rio de Janeiro, pelos golpistas militares de lá e pelo vampirismo que assaltou o Brasil, apresentou-se na agenda de conversa com Francisco, com sua mãe Marinete presente, como exemplo da violência em descalabro e crescente em nosso país.

A prisão de Lula foi tratada como o mais alto grau da ditadura disfarsada, cínica e covarde do fascismo imperante no Palácio do Planalto, na lava jato de Sérgio Moro e no STF, com a covardia e traição de Edson Fachin e de todos os ministros que entregam o judiciário à prostituição dos poderosos internacionais.

É bom que se ressalte que Paulo Sérgio Pinheiro,  na condição de coordenador da Comissão Nacional da Verdade, que investigou e apurou os mais hediondos e cruéis crimes que torturadores, assassinos e terroristas a serviço da ditadura apoiada pelos Estados Unidos,  conheceu os testemunhos das vitimias de satânicos como Brilhante Ustra, ídolo dos não menos fascistas Jair Bolsonaro e de seu vice gen. Mourão e  outros da mesma desqualificação humana como o delegado Sérgio Fleury, assassinado pela própria ditadura como queima de arquivo.

Como pouc@s cidadã@s brasileir@s,  Pinheiro conhece os parâmetros da violência e do esmagamento dos direitos humanos como os acontecidos a mulheres grávidas, estupradas, seviciadas e mortas como também os que são praticados hoje ao sabor do golpe vampirão da quadrilha de MiSchel Temer.

Comovente o relato de Paulo Sérgio Pinheiro. Acesse aqui para lê-lo na íntegra.

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