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Todos morremos um pouco com João Pedro Mattos Pinto, assassinado pela polícia de Wilson Witzel, o governador da morte

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Por Dom Orvandil.

Vivemos dias cobertos pelas sobras da morte, sem dúvida nenhuma.

A morte que nos acossa não é de ordem natural nem “normal”. Não é nem mesmo causada pelo COVID – 19 nem por balas perdidas e erros policiais.

As  sombras assassinas escondem agentes que matam. Eles são bem visíveis e são obedientes ao um projeto genocida, que persegue e mata em primeiro lugar os pobres, esse segmento social composto pelos trabalhadores, pelos negros, pelos indígenas, pelos quilombolas, pelos gays, pelas mulheres, enfim, por todas as pessoas mais expostas aos ativistas do ódio.

Não foram somente as bestas feras de armas em punho, com seus gatilhos acionados por agentes públicos, virados milícias fascistas, que mataram João Pedro Mattos Pintos, um ser humano negro de apenas 14 anos.

Não! Quem assassinou João Pedro foi Wilson Witzel, o mesmo que já atirou a esmo sobre favelas e acampamentos, fazendo jovens e pobres de alvos de uma mente psicopata a serviço do fascismo.

O senhor, sem capilaridade mental, que precipita o Rio de Janeiro nas trevas do abandono e da morte, já dançou sobre a ponte Rio-Niterói em regozijo pela morte de um jovem negro, mirado por policiais do ódio, que usam as balas como fator de negociação.

A essência ideológica do “seo” Wilson Witzel é a mesma do boçal e genocida Jair Bolsonaro. As brigas entre eles é por pura idiotice em busca do pódio a ser ocupado por quem mais servirá ao genocídio impetrado pelos poderosos capitalistas. Estes sim ocultos e facínoras.

Se atentarmos para a lógica das estatísticas, aliada à política genocida de direitos e de vidas, desde o golpe de 2016, concluiremos que atentados assassinos só aumentarão, se não rompido o ciclo da violência.  

As dores pelas perdas de crianças, de adolescentes, jovens, mulheres, adultos e velhos, majoritariamente trabalhadores e pobres, se acumulam nos morros e periferias do Brasil.

Tem toda a razão o companheiro Neilton, pai de João Pedro em entrevista à TV Globo sobre a política de insegurança e genocídio do fascista e desmiolado Wislon Witzel: . “sua polícia não matou só um jovem de 14 anos, os mataram uma mãe, um pai, mataram uma família inteira”.

Nada senão o genocídio como política militar de perseguição aos pobres e ao povo explica policiais idiotas matando um jovem na casa dele enquanto um ataque das Polícias Federal e Civil ao Complexo do Salgueiro, em São Gonçalo, na noite sangrenta desta segunda feira. Desgraçadamente não são ações isoladas, acidentais ou casuais. Trata-se de derramamento de sangue deliberada, escondida por detrás  da campanha de morte pelo coronavirus.

De outro modo, como se entender que joguem granadas e atirem contra a casa da família de João Pedro Mattos Pinto, mártir jovem, cheio de vida?

Têm razão quem denuncia mais essa barbaridade como política decidida para matar quem já é atacado pela pobreza e pela falta de Estado justo em sua defesa. “O coordenador nacional do Movimento dos Trabalhadores Sem Teto (MTST), Guilherme Boulos, lembra que a população da favela continua sendo assassinada, mesmo durante a pandemia do novo coronavírus.

“Mais uma vítima da política de segurança genocida contra pobres e negros. Witzel posa de “defensor da vida” na pandemia, mas é agente da morte nas favelas cariocas”, publicou na sua conta no Twitter.

A deputada federal Talíria Petrone (Psol-RJ) lembra que João entra na estatística brasileira em que um jovem negro é assassinado a cada 23 minutos. “Depois de horas sem saber do filho, a família do João Pedro, jovem de 14 anos baleado dentro de casa, descobre que ele está no IML. Desumano. Triste. Avassalador. Até quando o Estado vai enxugar o sangue de jovens, pretos e favelados?”, indagou (notícia da Rede Brasil Atual).

É evidente que esse rolo compressor da morte não parará senão por organizada e poderosa mobilização popular na tomada do poder, com o objetivo de implantar outro regime político no Estado brasileiro.

Participe da campainha de solidariedade ao Cartas Proféticas. Reforce-a com seus contatos e amig@s: http://cartasprofeticas.org/colabore.

Acesse também e compartilhe:

– Leonardo Boff:  “Covid-19: ou cooperamos ou não teremos futuro nenhum”.

– Chimarrão Profético com o Professor Luiz F. Mangea: “Os profetas e mártires da classe operária”.

– Os bons moços agora aceitam dar os nomes certos para o trapaceiro, miliciano, boçal e desgraçado Jair Bolsonaro.

– Ideologia adotada pelos quartéis faz de comandantes chefes bandidos e criminosos, humilhadores de indefesos.

– Chimarrão Profético com o Pastor Ariovaldo Ramos: “Os direitos humanos são bíblicos”.

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2 Comentários

  1. "Todos morremos um pouco com João Pedro Mattos Pinto, assassinado pela polícia de Wilson Witzel, o governador da morte". Agradeço pela solidariedade na alavancagem do nosso Cartas Proféticas, compartilhando somente a chamada e o link desta postagem. Por gentileza, ative o notificações para receber as novidades do blog. FIQUE EM CASA E SE PREPARE PARA A GRANDE LUTA NO PÓS PANDEMIA: http://cartasprofeticas.org/todos-morremos-um-pouco-com-joao-pedro-mattos-pinto-assassinado-pela-policia-de-wilson-witzel-o-governador-da-morte/

  2. […] – Todos morremos um pouco com João Pedro Mattos Pinto, assassinado pela polícia de Wilson Wi… […]

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