Latuff e a UFMG

Universidades públicas atacadas por vândalos e burros do golpe quadrilheiro

Na charge de capa de Carlos Latuff e em artigo de Rudá Ricci[1] e Robson Sávio[2] vê-se a barbárie dos passos do golpe dado pela quadrilha que assumiu o governo federal, apoiado pelos canalhas do Congresso Nacional e pelo judiciário de Celso de Mello, de Sérgio Moro, de Gilmar Mendes e de outros demônios inimigos do Brasil e da democracia.

Daí para baixo, bem para  baixo,  em direção aos porões da escuridão e estupidez do golpe,  recrudescem  a ditadura e o fechamento da democracia.

O Senador Roberto Requião já denunciou que a barbaridade das conduções coercitivas do Reitor, do vive Reitor e de pesquisadores sérios da Universidade Federal de Minas Gerais são sinais evidentes de que os golpistas dos infernos sinalizam a intenção de privatizar o ensino superior público.

Privatizar significa desprezo à inteligência, ao conhecimento e à ciência nacionais. Também significa a aplicação da cartilha neoliberal entregando tudo o que é estatal ao mercado capitalista e caótico, necessariamente inimigo do coletivo, da cidadania e da inclusão social.

Daí é preciso desmoralizar e demolir as universidades públicas.

É necessário que policiais, delegados, procuradores e juízes burros, traidores, toscos e escravos oportunistas da quadrilha golpista executem coisas desclassificadas como as prisões de intelectuais na UFMG.

Quanto mais nosso povo silenciar, quanto menos mobilização, quanto mais divisão no front politico social mais os golpistas, que são feitos de mau caráter, de infelicidades, de ódio e de burros, avançarão sobre o Brasil e pisarão desrespeitosamente em nossos direitos. Tudo começou com Sérgio Moro, o herói do fascismo, e continuará com os Bretas e outros marginais e delinquentes que afrontam  a Constituição e o bom senso.

Leia o artigo no Brasil 247.

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