foguete_irã

Vingança iraniana contra os poderosos bombardeios do império assassino põe por terra a hipocresia do perdão!

Por Dom Orvandil

As desgraças impostas pelos crimes do império “cristão”  americano, Meca dos fundamentalistas neopentecostais, pentecostais e de protestantes sustentados pelo ódio aos povos, colocam em cheque o tal perdão às agressões contumases e inerentes à ideologia dominante.

Quando, envergonhados e decepcionados,  sabemos de “cristãos” perseguindo pessoas por causa de sua orientação sexual, por sua adesão ideológica, por causa de sua origem afro, indígena ou quilombola vê-se que a história de virar  o outro lado do rosto quando agredidos, de caminhar a segunda milha e a de entregar a segunda capa a quem nos agride é pura farça nessa civilização feita de derramento de sangue e de violência.

Quando lemos no noticiário que “igrejas” “evangélicas” vêm dos Estados Unidos para o Brasil, carregando muitas malas de dólares, com o objetivo de defender o fascismo como o governo de Bolsonaro sentimos o peso da mentira do tal discurso ante vingança.

Tudo isso, na verdande, é pura balela para engambelar os pobres e os oprimidos, levando-nos a baixarmos a cabeça enquanto os poderosos nos matam para nos roubar.

O que se vê nas reações do Irã e do Iraque contra a barbárie em forma de bombas por parte dos USA são ações justas  na defesa dos povos,  sempre devastados e perseguidos por bandidos dos mais peerigosos e sanguinários.

Aqui não se trata de tapas nas caras nem puxões histéricos  de cabelos em relações micro grupais como amantes e esposas brigando pelos mesmos homens ou empurrões em velórios por causa da divisão de patrimônios deixados por  falecidos, mas das vidas de milhões de povos e de centenas de nações,  feitos refens nos saques e guerras promovidos pelos holigopólios.

Aí medidas como o pacifismo ingênuo, verdadeira farsa e máscara de falsos valores cristãos e de negociações modelo raposa  e galinheiro fragilizam a força para enfrentar a violência sofiscada e rica como a promovida pelo império americano.

Em dado momento a força nuclear usada pelas nações pobres, como no caso do Irã, da República Demcorática Popular da Coréia, da China e de todos os países soberanos.

Não é por outra razão a farsa dos Estados Unidos e de Israel, esse cão de guarda terrorista  do imperialismo, se opõe cinicamente ao armamento nuclear, tudo em nome do hipócrita discurso pela paz.

A paz discursada é a máscara enfiada nas cabeças das nações pobres, desmobilizando suas defesas para impedir os saques e as guerras impostas pelo ímpeto sanguinário das oligarquias mundiais.

Na verdade, o desarmamento almejado pelos de boa vontade, mas guiados por pura ingenuidade, só acontecerá quando os povos mobilizados e organizados destruírem essa camada grossa e tosca do capitalismo fabricante de guerras e de destruição.

Nesse sentido o que deseja a Guarda Revolucionária do Irã  como ‘vingança mais severa’ para  breve não deveria se denominar de “vingança”, mas de resistência e de justiça.

  Ora,  após tantas agressões por parte dos EUA o chefe da segurança do Estado Maior das Forças Armadas do Irã, Abdollah Araghi tem toda a razão e o dever de advertir que qualquer movimento hostil levará a respostas mais fortes por parte da República Islâmica.

Ao invés de condenações farsescas e românticas às reações armadas militares pelo Irã devemos admirar, louvar e apoiar aquele país por suas forças armadas patrióticas, sempre vigilantes na defesa dos interesses do seu povo, do seu regime revolucionário e do seu pais.

As forças armadas dos outros países são chamadas ao mesmo patriotismo leal à soberania e aos interesses internos de suas pátrias. Assim deveriam ser nossos militares brasileiros e não serem vergonhosamente subservientes aos apetites yankes, obedientes a um comandante geral miliciano e covarde, como o de  Jair Bolsonaro.

Compartilhar
  •  
  •  
  •  
  •  
  •  
  •  
  •  
  •  
  •  

Deixe um Comentário

Você precisa fazer o login para publicar um comentário.