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Wagner Moura não deveria se intimidar com os cabeças de vento, os fascistas brasileiros

Nosso ator brasileiro, apesar de atuar na Globo, demonstra ser inteligente e ter luz própria.

Em festival de Berlim  na Alemanha lançou o filme Marighela, sobre a vida e a luta de um dos maiores gênios políticos brasileiros, guerrilheiro assassinado pelo bandido do esquadrão da morte Sérgio Fleury, Wagner Moura fez homenagem à vereadora Marielle Franco portando uma placa de rua com o nome dela.

Esse gesto já indica que Wagner é exemplo político e cultural de decência democrática e de paz.

Diretor do filme nosso ator brasileiro demonstra preocupação com as “merdas” que o fascismo brasileiro – ratos de esgoto feitos de material impermeável à inteligência e ao bom senso – fará com o lançamento do filme no Brasil.

O importante é o que disse  Wagner Moura  que “este filme existe para dizer que a ditadura foi horrível”.

As merdas dos fascistas, desde o que fazem a partir do Planalto até às ruas e redes sociais, fedem mas serão eliminadas em breve. O importante é resistir com a garra de Wagner, que cresce e amadurece,  representando muito bem nosso povo nas artes cênicas e internacionalmente nesses dias de vergonha para nosso país.

Com base na entrevista de Wagner Moura na Folha de São Paulo, em cuja fala retrata a inteligência e a grande nerosidade do geurreilheiro brasileira, gande defensor dos direitos das mulheres, culto e respeitado por intelectuais como Jean-Paul-Sartre.

Em dias de vazio de generosidade, de machismo e de fascismo o filme certamente lançará luzes sobre essa nossa realidade de trevas.

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