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Informações científicas e cuidados com a cepa Ômicron

Não é sem razão as nossas preocupações e indignações angustiadas  com referência às consequências e sintomas da variante Ômicron.

No contexto poluído de negacionismo, falta de investimentos na saúde pública e até perseguição à população por parte do governo facínora de Jair Bolsonaro e o seu ministério da saúde, virado antro de corrupção e de negócios espúrios com as vacinas imunizantes, como mostrou a combalida CPI do Genocídio, que não deu em nada.

Pela mídia tradicional se ouve e se vê explicações confusas e de todos os tipos, inclusive as corretas e honradas cientifica e tecnicamente.

A voz da OMS – Organização Mundial de Saúde – de certa forma amarrada aos interesses mesquinhos do imperialismo e das indústrias farmacológicas, que desavergonhadamente auferem altos lucros com a pandemia, não consegue chegar ao grande público.

Mesmo assim é preciso atentarmos para os alertas que a OMS faz para os novos sintomas da Ômicron.  

Como informou o site Recôncavo News, “recentemente, a Organização Mundial de Saúde (OMS) alertou que a nova variante do SARS-CoV-2 pode infectar facilmente pessoas que tenham contraído o vírus no passado ou estejam totalmente vacinadas. Todavia, e paralelamente, a agência de saúde global afirmou que os efeitos da Ômicron são mais brandos em comparação com os provocados pela variante Delta, reporta um artigo publicado no jornal Times of India.

E agora, enquanto os médicos aguardam os resultados de mais pesquisas sobre a nova estirpe, listam alguns dos sintomas mais comuns associados à Ômicron, nomeadamente: febre l que desaparece rapidamente; fadiga; garganta ‘arranhada’ e dores musculares. 

Sendo de destacar que contrariamente a infecções causadas por outras variantes do coronavírus, os pacientes afetados pela Ômicron não têm reportado perda de olfato e de paladar (fenômeno conhecido por anosmia) – considerado um dos sinais mais marcantes da estirpe original. 

Como sabemos, o novo coronavírus e as suas variantes são altamente imprevisíveis, não apenas em termos de virulência, mas também de gravidade.

Além disso, os sintomas também podem variar de pessoa para pessoa. Enquanto febre, fadiga e dor de garganta podem ser indicadores comuns da Ômicron, de acordo com o aplicativo britânico de estudo da Covid-19 ZOE Covid Symptom, a perda de apetite pode estar entre os sintomas raros e fora do comum relatados pelos pacientes.

Os cientistas analisaram dados de sintomas de casos positivos registrados no app e os compararam com dados do início de outubro, quando a Delta era a estirpe dominante. Verificou-se que apenas 50% das pessoas haviam experienciado os três sintomas clássicos, nomeadamente febre, tosse, ou perda de olfato ou paladar. A perda de apetite foi um dos sintomas incomuns registrados na análise.

O aplicativo ZOE Covid Symptom coleta vários dados e foi formulado com o intuito de construir e criar um perfil de sintomas para a Covid-19 e suas variantes.

A melhor maneira de determinar se alguém contraiu ou não o vírus é fazendo um exame RT-PCR. Se o teste der positivo, fique em isolamento e continue monitorar os sintomas. Adicionalmente, informe as pessoas com as quais esteve recentemente em contato próximo para que estas também sejam testadas”, informou a coluna Destaques Saúde do site do site Recôncavo News.

Precisamos nos manter indignados e informados de nossos direitos diante desses alertas perturbadores sobre essa variante da COVID 19.

Como disse Frei Betto aqui em conversa conosco no Site e no Canal Cartas Proféticas, a morte de quatro milhões de pessoas quase numa tacada em dois anos espanta porque a contaminação pela COVID 19 atinge a todos, inclusive os ricos e brancos. Mas poucas pessoas no mundo se comovem a morte de nove milhões de pobres anualmente, justamente porque essas mortes acontecem entre as pessoas invisíveis da África e das periferias dos países ricos.

Porém, as contaminações pelo coronavirus são justamente mais fortes e entre a maioria dos pobres. Com a variante Ômicron não será diferente.

Abraços proféticos e revolucionários,

Dom Orvandil.

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