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Pastores roubam dinheiro público para eleger seus candidatos: corrupção!

A corrupção como roubo e desvio do dinheiro público, em última análise trata-se da macro mais valia nos desvios das riquezas da classe trabalhadora,

Os caminhos percorridos pelos ladrões recebem  nomes mascarados  como justificativas: orçamento secreto, emendas parlamentares, gabinete do ódio, lucros, concentração de renda, dízimos, ofertas gordas e, pasmemos, até atravessadores que “santificam” ou “teocratizam” recursos com o objetivo de financiar campanhas eleitorais de picaretas de igrejas, filhos e filhas de pastores, pessoas socadas nos parlamentos e gestões públicas pelas mãos de pastores pentecostais, que vampirizam  o que deveria ser para a saúde e para a educação nos municípios.

Isso tudo ocorre com muita disputa, rixas, fofocas e puchações de tapetes por estas igrejas empresas, que mantêm o luxo de seus donos pastores e bispos, verdadeiros pilotos de carros de luxo, contas bancárias gordas e proprietários de aviões e helicópteros. Todos da base miliciana de Jair Bolsonaro, como é o caso do antro comandado por Silas Malafaia.

Uma das características dos picaretas metidos a teocráticos é o ‘sincerísmo”. Como forma atualizada do teatro farisaico os tais pastores e bispos pousam de  transparentes nas declarações sobre suas relações com parlamentares, suas emendas orçamentárias e as prefeituras.

Foi assim com o “seo”  José Wellington Bezerra da Costa, um dos pastores   mais estrelados da Assembleia de Deus, ao assumir que a igreja empresa dele intermedia pagamentos de emendas parlamentares como recursos para a propaganda eleitoral e compra de votos dos três filhos dele em São Paulo.

O repórter  Marcelo Hailer da Forum  detalha a viagem do dinheiro público, usado corrupta e desonestamente pelos picaretas na eleição de filhotes por partidos balcões e reacionários. “Os três filhos do pastor – o deputado federal Paulo Freire Costa (PL-SP), a deputada estadual Marta Costa (PSD-SP) e a vereadora Marta Costa (PSD-SP) e a vereadora Rute Costa (PSDB-SP) – tiveram acesso a R$ 25 milhões em recursos públicos no ano passado. A Assembleia de Deus apoiou abertamente os três nas eleições que disputaram”, escreveu Hailer.

Manda chuva em “nome” de Jesus, como enchem as bocas corruptas para dizer, o “seo”  “José Wellington controla a Convenção-Geral das Assembleias de Deus no Brasil e, em São Paulo, é líder do Ministério de Belém, vertente mais tradicional da denominação no Sudeste. Na eleição de 2018, o pastor Wellington apoiou a candidatura de Jair Bolsonaro (PL)”, continua o jornalista Marcelo sobre o antro perverso de direita em que se constituiu esse ramo das chamadas Assembleias de Deus, que deveria mudar o nome para antro de satã. .

Segundo o jornalista da Forum  o picareta mostra sem disfarces sua cara de pau de atravessador com o dinheiro do povo. Em declaração ao Estadão a confissão  descarada mostra a desonra dos “teocratas” na sabotagem dos recursos públicos. “A emenda só vai para o prefeito por intermédio do pedido do pastor da Assembleia de Deus. O eleitorado que ali está, irmãos, não é do prefeito, mas são irmãos em Cristo que estão nos apoiando para que os nossos candidatos continuem trabalhando”, disse o “seo” José Wellington em reunião de obreiros.

O sectarismo ante ecumênico, estreito e teocrático denominacionalista, confundindo  a Assembleia de Deus com o reino de Deus, passando por cima dos movimentos sociais e do controle popular dos recursos do Estado, o bufão arrogantemente coloca acima de todos e de tudo os tais “irmãos em Cristo”, nome coletivo  que esconde pessoas cabresteadas e cabos eleitorais comandados por pastores em peles de lobos.

“No ano passado, o deputado Paulo Freire Costa teve acesso a R$ 16 milhões em emendas destinada a cada um dos congressistas. O deputado indicou verbas para 26 beneficiários. R$ 395 mil para Campinas, onde é pastor, e R$ 600 mil para dois municípios (Bilac e Santópolis do Aguapeí) na modalidade transferência especial, que é chamada de “pix orçamentário” por repassar um “cheque em branco” para prefeituras e não ter fiscalização federal”, noticia Marcelo da Fórum.

As sandices, a corrupção e a justificativa hipócrita de fazer campanha com o dinheiro público, desviado dos investimentos no povo, ganham o nome de preservar a doutrina da igreja empresa, verdadeira atravessadora,  num festival de crimes contra a economia popular e eleitorais com a participação de parlamentares e prefeitos. “Sobre o fato de a Assembleia de Deus lançar candidatos, José Wellington diz que isso é feito para manter a doutrina.

“Quem trouxe a política para o ministério da Assembleia de Deus fui eu porque entendi que existem interesses da igreja, especialmente legais. Alguns deputados estão coisas meio marotas contra nossa doutrina pública, que precisamos manter”, explica com a maior cara de pau.

“José Wellington controla a Convenção-Geral das Assembleias de Deus no Brasil e, em São Paulo, é líder do Ministério de Belém, vertente mais tradicional da denominação no Sudeste. Na eleição de 2018, o pastor Wellington apoiou a candidatura de Jair Bolsonaro (PL), diz o repórter Marcelo.

Durante um culto, o pastor afirma que os filhos são livres para escolher os beneficiados, mas revelou como abordam os prefeitos: “Você quer dinheiro? Quer, mas chame então o pastor da Assembleia de Deus”.

 Num contexto de fanáticos, donos da verdade e intelectualmente rasos as divisões entorno de  dinheiro e de base de apoio viram guerra. “A Assembleia de Deus do Belém viu o espaço político no Congresso ser ocupado por outras alas no Congresso. Nesta semana a presidência da Bancada Evangélica na Câmara passou das mãos do deputado Cezinha Madureira para as de Sóstenes Cavalcante, da Assembleia de Deus Vitória em Cristo. As duas são consideradas “irmãs” do Belém, mas disputam poder nas regiões onde estão instaladas”, conta Hailer da Forum.

Os rachas e disputadas de pessoas e de espeço são evidentes na fala do “seo” José Wellington em encontro de líderes e de cabos eleitorais onde “… revelou a sua preocupação com o apoio de pastores a candidatos que não são da Assembleia de Deus e apontou o pagamento de emendas como forma de dar força aos nomes escolhidos para representar os fiéis no Legislativo.

“Meus irmãos, trabalhem para eleger os nossos irmãos na fé, procurem eleger os nossos irmãos na fé. Glória! Seja fiel a este nome: Assembleia de Deus no Brasil!”, pediu o picareta conforme noticia a Forum.

“Ao Estadão, o pastor Wellington confirmou que coloca líderes da igreja em contato com prefeitos beneficiados por emendas de seus filhos parlamentares”, conforme a reportagem da Forum.

“Quando o prefeito de uma cidade precisa de uma verba, é evidente que nós mandamos o pastor da nossa igreja para que ele tenha conhecimento com o prefeito”.

Sobre o fato de a Assembleia de Deus lançar candidatos, José Wellington diz que isso é feito para manter a doutrina.”

“Quem trouxe a política para o ministério da Assembleia de Deus fui eu porque entendi que existem interesses da igreja, especialmente legais. Alguns deputados estão coisas meio marotas contra nossa doutrina pública, que precisamos manter”, explica malandramente.

As confissões  à luz do dia mostram que esses delinquentes donos de igrejas e das consciências capturadas dos trabalhadores, feitos seus gados de pasto, por suas ganâncias são aliados de primeira hora do genocida Jair Bolsonaro. Esses pastores lobos transvestidos de ovelhas fecham os olhos para os crimes de lesa humanidade, para a violência impulsionada em todo o país e para o ódio derramado dos porões dos dejetos fascistas,  desde que muito dinheiro nutra suas corrupções na contra mão de um país que grita por transformações revolucionárias.

Abraços proféticos e revolucionários,

Dom Orvandil.

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